segunda-feira, 23 de maio de 2016

 

Falando sobre...

Homofobia

 



Homofobia significa aversão, repugnância e ódio que algumas pessoas, ou grupos nutrem contra homossexuais, lésbicas, bissexuais e transexuais.

 

Muitas vezes, as pessoas guardam estes sentimentos, ou não definiram completamente sua sexualidade. “Escondem” sua identidade sexual, devido aos homofóbicos.

 

Já foram registrados vários casos, em que homofóbicos agrediram e mataram pela escolha sexual de outras pessoas.

 

A homofobia é considerada uma forma de intolerância, assim como o racismo, o antissemitismo e outras formas que negam humanidade e dignidade a estas pessoas. Desde 1991, a Anistia Internacional, passou a considerar a discriminação contra os homossexuais uma violação aos direitos humanos.

 

Homofobia é crime?

 

Em que pese o fato de a Constituição Brasileira não citar especificamente a homofobia como um crime, o artigo 3º item IV indica que um dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil é "promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação."

 

Dessa forma, a homofobia pode ser contemplada como outra forma de discriminação, podendo ser classificada como um crime de ódio, devendo ser punido como tal.

 

Caso - Gabe Kowalczyk

 

O jovem Gabe Kowalczyk, foi alvo de agressões e tentativa de estupro em setembro de 2014.

 

Gabe foi abordado por três homens em Interlagos, São Paulo, e só não sofreu danos piores, devido à movimentação de pessoas que passavam pelo local, e que acabaram “assustando” os agressores. Gabe, conseguiu levantar-se e foi até uma base policial. Logo após, foi atendido em um pronto socorro.

 

Gabe sofreu traumatismo craniano leve, lesão no tórax e no estomago, além de luxação nos dois tornozelos.

 

Conclusão, vivenciamos uma triste realidade de preconceito e ódio.

 

Aluna: Ester Samara Alvez de Souza – 7ºA


A história da gastronomia
 
 
Foi na pré-história com o homem primitivo, que a gastronomia teve seu início. Este foi descobrindo que os alimentos poderiam ser modificados, o que primeiramente era consumido cru, depois da descoberta do fogo passou a ser cozido e a partir daí o homem descobriu que poderia modificar o sabor dos alimentos e descobrir que se pode produzir vários tipos de alimentos.


A Idade Antiga foi o período dos grandes povos e dos grandes banquetes, os povos faziam grandes banquetes para comemorações de vitorias em guerras e comemorações da família real, o povo egípcio inventou a padaria artística produzindo pães de diferentes formas.

A Idade Média foi marcada pela força da igreja e a gastronomia seguiu a mesma linha foi baseada em vinhos em pães e também eram baseados na cozinha romana, os monges simplificaram a preparação dos alimentos e enriqueceu a qualidade dos produtos, o peixe foi um alimento muito valorizado, havia um abuso muito grande em especiarias, como pimentas, noz moscada, gengibre e outros.

 A Idade Moderna foi a época das grandes inovações, foi o período do renascimento e da descoberta de novas sensações e a gastronomia como sempre acompanha a história e também foram descobertos novos gostos, um marco dessa época foi o cozinheiro de reis Taillevent que escreveu o livro mais antigo de cozinha em francês, ele ficou famoso pela importância que deu aos molhos engrossados com pão e também pelas receitas de sopa, dentre as quais estavam as de cebola e de mostarda, as especiarias eram muito apreciadas pelos europeus, foi aí onde entrou o Brasil que por ser rico em especiarias foi muito explorado, o sorvete foi quem revolucionou a sobremesa da época, em meados do século XVII os franceses descobriram o café e também a descoberta que o peru era muito suculento.A idade contemporânea foi onde a gastronomia entrou no caminho do aperfeiçoamento nessa época a frança passou por dois períodos distintos um durante Napoleão Bonaparte que detestava o requinte da comida francesa e preferia a comida italiana e o outro período que é o pós Bonaparte onde a França passa por um período chamado de restauração onde volta o requinte da culinária francesa, foi aí onde os menus começaram a invadir os restaurantes da Europa cada vez mais luxuosos e artísticos.

 Já em nosso país, a história da gastronomia começa a ser contada a partir do momento em que os portugueses chegam ao país e tem os primeiros contatos com os índios que tinham sua própria culinária que era totalmente diferente do que os portugueses conheciam, era uma culinária baseada em frutos da terra como o milho, o feijão, a fava, a mandioca, a goiaba e é da mandioca eles retiravam seu principal alimento que era a farinha, há relatos de que a farinha era totalmente indispensável na culinária indígena, o feijão e a fava não eram muito apreciados na alimentação e se consumia muito amendoim, de todas as formas tanto cru, como assado, como cozido, o índio no Brasil de 1500 assim como o homem pré-histórico não tinha uma hora exata para comer assim como os europeus, eles preferiam o alimento asado ou tostado muito mais do que cozido, as bebidas indígenas eram sempre aquecidas antes de serem ingeridas. A colonização do Brasil culminou com o nascimento da cozinha brasileira, resultado da mistura de três povos, os portugueses, os africanos e os indígenas. A mistura dessas três culinárias formou a culinária brasileira. A farinha um prato típico indígena foi nacionalizado pelos portugueses, alguns pratos já existentes no Brasil foram incorporados a cultura negra recém chegada no Brasil, por exemplo, o milho foi incluído no culto a oxoci.
 
 
Após a independência do Brasil ,a cozinha brasileira se afirmou, a cachaça foi uma grande animadora dos encontros anti-portugal, a produção de café ia crescendo cada vez mais, a culinária italiana foi outra que teve muita influencia na culinária brasileira devido a grande entrada de italianos no período do café, a partir daí a culinária brasileira foi de consolidando buscando um detalhe em cada país e se transformou nessa culinária riquíssima nos dias atuais.

A gastronomia é algo que realmente nos encanta. Em qualquer lugar que se vá, pode se perceber, que existem comidas para os mais variados gostos, e que cabem em todos os bolsos.
 
 

Através da gastronomia pode se viajar por varias regiões do Brasil e do mundo, além de conhecer novas culturas.
 


Aluna: Lowanny Antunes - 6ºA

História...

O EGITO ANTIGO

 
Desenvolveu-se no nordeste africano, as margens do rio Nilo, a civilização egípcia antiga, entre 3.200 a.C. (unificação do norte e sul) a 32 a.C. (domínio romano).
Pela região ser formada pelo deserto do Saara, o rio Nilo ganhou enorme importância para os egípcios. O rio era utilizado como via de transporte, de mercadorias e pessoas. As águas do rio Nilo também eram utilizadas para beber, pescar e fertilizar as margens, nas épocas de cheias, favorecendo a agricultura.
Dividida em várias camadas era a sociedade no Egito Antigo. O faraó era a autoridade máxima, chegando a ser considerado um deus na Terra. Sacerdotes, militares e escribas (responsáveis pela escrita) também ganharam importância na sociedade. Esta era sustentada pelo trabalho e impostos pagos por camponeses, artesãos e pequenos comerciantes. Os escravos também compunham a sociedade egípcia e, geralmente, eram pessoas capturadas em guerras. Por seu árduo trabalho, recebiam apenas água e comida.
 
Quanto a escrita egípcia, esta também foi muito importante, pois permitiu a divulgação de idéias, comunicação e controle de impostos. Existiam duas formas principais de escrita: a escrita demótica (mais simplificada e usada para assuntos do cotidiano) e a hieroglífica (mais complexa e formada por desenhos e símbolos). As paredes internas das pirâmides eram repletas de textos que falavam sobre a vida do faraó, rezas e mensagens para espantar possíveis saqueadores. Uma espécie de papel chamado papiro, que era produzido a partir de uma planta de mesmo nome, também era utilizado para registrar os textos. 
Os hieróglifos egípcios foram decifrados na primeira metade do século XIX pelo lingüista e egiptólogo francês Champollion, através da Pedra de Roseta.
Baseada na agricultura, realizada às margens do rio Nilo, era a economia egípcia. Os egípcios também praticavam o comércio de mercadorias e o artesanato. Os trabalhadores rurais eram constantemente convocados pelo faraó para prestarem algum tipo de trabalho em obras públicas (canais de irrigação, pirâmides, templos, diques). 
 
 
A religião egípcia era repleta de mitos e crenças interessantes. Acreditavam na existência de vários deuses (muitos deles com corpo formado por parte de ser humano e parte de animal sagrado) que interferiam na vida das pessoas. As oferendas e festas em homenagem aos deuses eram muito realizadas e tinham como objetivo agradar aos seres superiores, deixando-os felizes para que ajudassem nas guerras, colheitas e momentos da vida.  Cada cidade possuía deus protetor e templos religiosos em sua homenagem.
Com a crença na vida após a morte, mumificavam os cadáveres dos faraós colocando-os em pirâmides, com o objetivo de preservar o corpo. A vida após a morte seria definida, segundo crenças egípcias, pelo deus Osíris em seu tribunal de julgamento. O coração era pesado pelo deus da morte, que mandava para uma vida na escuridão aqueles cujo órgão estava pesado (que tiveram uma vida de atitudes ruins) e para outra vida boa aqueles de coração leve. Muitos animais também eram considerados sagrados pelos egípcios, de acordo com as características que apresentavam: chacal (esperteza noturna), gato (agilidade), carneiro (reprodução), jacaré (agilidade nos rios e pântanos), serpente (poder de ataque), águia (capacidade de voar), escaravelho (ligado a ressurreição).
A civilização egípcia destacou-se muito nas áreas de ciências. Desenvolveram conhecimentos importantes na área da matemática, usados na construção de pirâmides e templos. Na medicina, os procedimentos de mumificação, proporcionaram importantes conhecimentos sobre o funcionamento do corpo humano.
No campo da arquitetura podemos destacar a construção de templos, palácios e pirâmides. Estas construções eram financiadas e administradas pelo governo dos faraós. Muitas destas construções foram erguidas com grandes blocos de pedra, utilizando mão-de-obra escrava. As pirâmides, a esfinge de Gizé e o templo de Ramsés II (em Abu Simbel) são as construções mais conhecidas do Egito Antigo.
 
Periodização: Antigo Império: de 3.200 a.C. até 2.100 a.C; Médio Império: de 2.100 a.C. até 1.580 a.C.; Novo Império: de 1.580 a.C. até 715 a.C.
Alunas: Bruna Cavechia e Júlia Gomes - 6ºD