quinta-feira, 25 de agosto de 2016


Professora Hosana Almada...




Perdemos no dia 16 de agosto, uma grande profissional e amiga: Hosana.
Hosana era uma professora maravilhosa, além de amiga, conselheira, amorosa, carinhosa, com um coração de mãe, onde “cabe todo mundo”, com um amor infinito. Hoje ela não está mais conosco, porém, tenho certeza de que está em algum lugar além da nossa compreensão, onde está bem e feliz.

Todos gostaríamos de agradecer! Mais do que uma professora, ela era uma mãe para seus alunos, que avisava, aconselhava e dizia: “Você vai se arrepender no futuro” e “Estuda menina”.

Obrigada professora, por todas as lições, por compartilhar tudo que compartilhou conosco (ou relatos como a senhora me ensinou), pelos abraços, presentes, conselhos, cruzadinhas e principalmente, obrigada por ter existido, ter feito a diferença, e ser a melhor pessoa que eu já conheci. Tenho certeza de que você está num lugar melhor que este.
Sinto sua falta, assim como todos nós, do Alberto Santos Dumont.

Haila Stephany Piotto, 7°A.




A MORTE NÃO É NADA

A morte não é nada.
Apenas passei ao outro lado do mundo.
Eu sou eu. Você é você.
O que fomos um para o outro, ainda o somos.
Dá-me o nome que sempre me deste.
Fala-me como sempre me falaste.
Não mudes o tom a um triste ou solene.
Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos.
Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo.
Que o meu nome se pronuncie em casa
como sempre se pronunciou,
sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra.
A vida continua significando o que significou: continua sendo o que era.
O cordão de união não se quebrou.
Por que eu estaria fora dos teus pensamentos,
apenas porque estou fora da tua vista?
Não estou longe, somente estou do outro lado do caminho.

Santo Agostinho

Alunos - 6° e 7° anos, da E.E. Alberto Santos Dumont.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Olimpíadas


Medalhas Brasil, até o momento:


Até o presente momento, o Brasil, ocupa a 17° posição no quadro de medalhas, dos Jogos Olímpicos - Rio 2016. 
Medalhas: 
Três medalhas de ouro: uma no atletismo, uma no boxe, e uma no judô.
Cinco medalhas de prata: canoagem velocidade, ginástica artística, tiro esportivo, vôlei de praia.
Cinco medalhas de bronze: canoagem velocidade, ginástica artística, judô e natação.

Maria Eduarda Achite - 6°A

terça-feira, 16 de agosto de 2016

TRABALHO SOBRE AS OLIMPÍADAS, REALIZADO PELOS ALUNOS - 6°, 7°, 8° e 9° anos.








quinta-feira, 9 de junho de 2016

 
 

Um pouco sobre: A HISTÓRIA DAS OLIMPÍADAS...
 
 
Os Jogos Olímpicos começaram em 776 a.C. em Olímpia, na Grécia Antiga, e duraram por mais de mil anos. Entretanto, o evento religioso que deu origem aos Jogos é bem mais antigo, podendo datar do século 13 a.C.
Na Grécia Antiga os Jogos Olímpicos aconteciam de quarto em quatro anos. Apenas homens da alta sociedade podiam participar, mulheres e principalmente bárbaros, não eram autorizados a participar competindo.
As provas do passado eram difíceis, algumas podiam levar até a morte.
Haviam vários tipos de provas:
 
CORRIDAS PEDESTRES
Eram divididas em quatro modalidades: Hoplitódromo (corrida com armas), Estádio, Diaulós (denominado duplos estádio) e Dolichos.
ESTÁDIO: Essa modalidade era a mais prestigiada, pois o atleta que ganhava tinha o seu nome dado aos jogos. A prova se dava em uma corrida de 192 metros.
DIAULÓS: Essa modalidade se referia a uma prova de corrida de 384 metros em que os competidores carregavam seus capacetes e escudos.
DOLICHOS: Essa prova é a mesma do Estádio, porém, com uma distancia maior de 7 a 24 Estádios.
Outra prova realizada era a Equestre. Nessa prova não eram os competidores eu guiavam os cavalos que ganhavam as coroas e sim os proprietários dos cavalos que recebiam.
E as provas de luta:
Luta (luta grega): os competidores deveriam derrubar o adversário três vezes para vencer.  Os competidores eram untados com azeite e rolados na terra para que a pele não ficasse escorregadia.
Pugilato: somente podiam usar os punhos, o vencedor era consagrado quando o adversário ficava inconsciente ou desistia.
Pancrácio: o pancrácio combinava Luta e Pugilato com um nível maior de violência, o que poderia levar a morte, nessa prova todos os golpes valiam, exceto mordidas e dedos perto da região dos olhos e órgãos genitais. Para vencer o competidor deveria deixar o adversário exaurido e sem condições para lutar.
 
AS OLIMPÍADAS ATUALMENTE
 
 
Atualmente, podem participar das Olimpíadas qualquer atleta ou equipe representando país filiado.
As modalidades deste ano, de acordo com o site oficial do governo brasileiro são: ATLETISMO, BADMINTON, BASQUETE, BOXE, CANOAGEM SLALON, CANOAGEM VELOCIDADE, CICLISMO BMX, CICLISMO DE ESTRADA, CICLISMO MONTAIN BIKE, CICLISMO PISTA, ESGRIMA, FUTEBOL, GINASTICA ARTÍSTICA, GINASTICA DE TRAMPOLIM, GINASTICA RÍTMICA, HIPISMO SALTOS, HIPISMO CCE, HIPISMO ADESTRAMENTO, HÓQUEI NA GRAMA, JUDÔ, LEVANTAMENTO DE PESO, LUTA ESTILO LIVRE, LUTA GRECO-ROMANA, MARATONA AQUATICA, NADO SINCRONIZADO, NATAÇÃO, RUGBI, SALTOS ORNAMENTAIS, TAEKWONDO, TÊNIS, TÊNIS DE MESA, TIRO COM ARCO, TIRO ESPORTIVO, TRIATLO, VELA, VÔLEI, VÔLEI DE PRAIA.
 
 
 
Aluna:  Haila Stephany Piotto, 7ºA.
 

segunda-feira, 23 de maio de 2016

 

Falando sobre...

Homofobia

 



Homofobia significa aversão, repugnância e ódio que algumas pessoas, ou grupos nutrem contra homossexuais, lésbicas, bissexuais e transexuais.

 

Muitas vezes, as pessoas guardam estes sentimentos, ou não definiram completamente sua sexualidade. “Escondem” sua identidade sexual, devido aos homofóbicos.

 

Já foram registrados vários casos, em que homofóbicos agrediram e mataram pela escolha sexual de outras pessoas.

 

A homofobia é considerada uma forma de intolerância, assim como o racismo, o antissemitismo e outras formas que negam humanidade e dignidade a estas pessoas. Desde 1991, a Anistia Internacional, passou a considerar a discriminação contra os homossexuais uma violação aos direitos humanos.

 

Homofobia é crime?

 

Em que pese o fato de a Constituição Brasileira não citar especificamente a homofobia como um crime, o artigo 3º item IV indica que um dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil é "promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação."

 

Dessa forma, a homofobia pode ser contemplada como outra forma de discriminação, podendo ser classificada como um crime de ódio, devendo ser punido como tal.

 

Caso - Gabe Kowalczyk

 

O jovem Gabe Kowalczyk, foi alvo de agressões e tentativa de estupro em setembro de 2014.

 

Gabe foi abordado por três homens em Interlagos, São Paulo, e só não sofreu danos piores, devido à movimentação de pessoas que passavam pelo local, e que acabaram “assustando” os agressores. Gabe, conseguiu levantar-se e foi até uma base policial. Logo após, foi atendido em um pronto socorro.

 

Gabe sofreu traumatismo craniano leve, lesão no tórax e no estomago, além de luxação nos dois tornozelos.

 

Conclusão, vivenciamos uma triste realidade de preconceito e ódio.

 

Aluna: Ester Samara Alvez de Souza – 7ºA


A história da gastronomia
 
 
Foi na pré-história com o homem primitivo, que a gastronomia teve seu início. Este foi descobrindo que os alimentos poderiam ser modificados, o que primeiramente era consumido cru, depois da descoberta do fogo passou a ser cozido e a partir daí o homem descobriu que poderia modificar o sabor dos alimentos e descobrir que se pode produzir vários tipos de alimentos.


A Idade Antiga foi o período dos grandes povos e dos grandes banquetes, os povos faziam grandes banquetes para comemorações de vitorias em guerras e comemorações da família real, o povo egípcio inventou a padaria artística produzindo pães de diferentes formas.

A Idade Média foi marcada pela força da igreja e a gastronomia seguiu a mesma linha foi baseada em vinhos em pães e também eram baseados na cozinha romana, os monges simplificaram a preparação dos alimentos e enriqueceu a qualidade dos produtos, o peixe foi um alimento muito valorizado, havia um abuso muito grande em especiarias, como pimentas, noz moscada, gengibre e outros.

 A Idade Moderna foi a época das grandes inovações, foi o período do renascimento e da descoberta de novas sensações e a gastronomia como sempre acompanha a história e também foram descobertos novos gostos, um marco dessa época foi o cozinheiro de reis Taillevent que escreveu o livro mais antigo de cozinha em francês, ele ficou famoso pela importância que deu aos molhos engrossados com pão e também pelas receitas de sopa, dentre as quais estavam as de cebola e de mostarda, as especiarias eram muito apreciadas pelos europeus, foi aí onde entrou o Brasil que por ser rico em especiarias foi muito explorado, o sorvete foi quem revolucionou a sobremesa da época, em meados do século XVII os franceses descobriram o café e também a descoberta que o peru era muito suculento.A idade contemporânea foi onde a gastronomia entrou no caminho do aperfeiçoamento nessa época a frança passou por dois períodos distintos um durante Napoleão Bonaparte que detestava o requinte da comida francesa e preferia a comida italiana e o outro período que é o pós Bonaparte onde a França passa por um período chamado de restauração onde volta o requinte da culinária francesa, foi aí onde os menus começaram a invadir os restaurantes da Europa cada vez mais luxuosos e artísticos.

 Já em nosso país, a história da gastronomia começa a ser contada a partir do momento em que os portugueses chegam ao país e tem os primeiros contatos com os índios que tinham sua própria culinária que era totalmente diferente do que os portugueses conheciam, era uma culinária baseada em frutos da terra como o milho, o feijão, a fava, a mandioca, a goiaba e é da mandioca eles retiravam seu principal alimento que era a farinha, há relatos de que a farinha era totalmente indispensável na culinária indígena, o feijão e a fava não eram muito apreciados na alimentação e se consumia muito amendoim, de todas as formas tanto cru, como assado, como cozido, o índio no Brasil de 1500 assim como o homem pré-histórico não tinha uma hora exata para comer assim como os europeus, eles preferiam o alimento asado ou tostado muito mais do que cozido, as bebidas indígenas eram sempre aquecidas antes de serem ingeridas. A colonização do Brasil culminou com o nascimento da cozinha brasileira, resultado da mistura de três povos, os portugueses, os africanos e os indígenas. A mistura dessas três culinárias formou a culinária brasileira. A farinha um prato típico indígena foi nacionalizado pelos portugueses, alguns pratos já existentes no Brasil foram incorporados a cultura negra recém chegada no Brasil, por exemplo, o milho foi incluído no culto a oxoci.
 
 
Após a independência do Brasil ,a cozinha brasileira se afirmou, a cachaça foi uma grande animadora dos encontros anti-portugal, a produção de café ia crescendo cada vez mais, a culinária italiana foi outra que teve muita influencia na culinária brasileira devido a grande entrada de italianos no período do café, a partir daí a culinária brasileira foi de consolidando buscando um detalhe em cada país e se transformou nessa culinária riquíssima nos dias atuais.

A gastronomia é algo que realmente nos encanta. Em qualquer lugar que se vá, pode se perceber, que existem comidas para os mais variados gostos, e que cabem em todos os bolsos.
 
 

Através da gastronomia pode se viajar por varias regiões do Brasil e do mundo, além de conhecer novas culturas.
 


Aluna: Lowanny Antunes - 6ºA

História...

O EGITO ANTIGO

 
Desenvolveu-se no nordeste africano, as margens do rio Nilo, a civilização egípcia antiga, entre 3.200 a.C. (unificação do norte e sul) a 32 a.C. (domínio romano).
Pela região ser formada pelo deserto do Saara, o rio Nilo ganhou enorme importância para os egípcios. O rio era utilizado como via de transporte, de mercadorias e pessoas. As águas do rio Nilo também eram utilizadas para beber, pescar e fertilizar as margens, nas épocas de cheias, favorecendo a agricultura.
Dividida em várias camadas era a sociedade no Egito Antigo. O faraó era a autoridade máxima, chegando a ser considerado um deus na Terra. Sacerdotes, militares e escribas (responsáveis pela escrita) também ganharam importância na sociedade. Esta era sustentada pelo trabalho e impostos pagos por camponeses, artesãos e pequenos comerciantes. Os escravos também compunham a sociedade egípcia e, geralmente, eram pessoas capturadas em guerras. Por seu árduo trabalho, recebiam apenas água e comida.
 
Quanto a escrita egípcia, esta também foi muito importante, pois permitiu a divulgação de idéias, comunicação e controle de impostos. Existiam duas formas principais de escrita: a escrita demótica (mais simplificada e usada para assuntos do cotidiano) e a hieroglífica (mais complexa e formada por desenhos e símbolos). As paredes internas das pirâmides eram repletas de textos que falavam sobre a vida do faraó, rezas e mensagens para espantar possíveis saqueadores. Uma espécie de papel chamado papiro, que era produzido a partir de uma planta de mesmo nome, também era utilizado para registrar os textos. 
Os hieróglifos egípcios foram decifrados na primeira metade do século XIX pelo lingüista e egiptólogo francês Champollion, através da Pedra de Roseta.
Baseada na agricultura, realizada às margens do rio Nilo, era a economia egípcia. Os egípcios também praticavam o comércio de mercadorias e o artesanato. Os trabalhadores rurais eram constantemente convocados pelo faraó para prestarem algum tipo de trabalho em obras públicas (canais de irrigação, pirâmides, templos, diques). 
 
 
A religião egípcia era repleta de mitos e crenças interessantes. Acreditavam na existência de vários deuses (muitos deles com corpo formado por parte de ser humano e parte de animal sagrado) que interferiam na vida das pessoas. As oferendas e festas em homenagem aos deuses eram muito realizadas e tinham como objetivo agradar aos seres superiores, deixando-os felizes para que ajudassem nas guerras, colheitas e momentos da vida.  Cada cidade possuía deus protetor e templos religiosos em sua homenagem.
Com a crença na vida após a morte, mumificavam os cadáveres dos faraós colocando-os em pirâmides, com o objetivo de preservar o corpo. A vida após a morte seria definida, segundo crenças egípcias, pelo deus Osíris em seu tribunal de julgamento. O coração era pesado pelo deus da morte, que mandava para uma vida na escuridão aqueles cujo órgão estava pesado (que tiveram uma vida de atitudes ruins) e para outra vida boa aqueles de coração leve. Muitos animais também eram considerados sagrados pelos egípcios, de acordo com as características que apresentavam: chacal (esperteza noturna), gato (agilidade), carneiro (reprodução), jacaré (agilidade nos rios e pântanos), serpente (poder de ataque), águia (capacidade de voar), escaravelho (ligado a ressurreição).
A civilização egípcia destacou-se muito nas áreas de ciências. Desenvolveram conhecimentos importantes na área da matemática, usados na construção de pirâmides e templos. Na medicina, os procedimentos de mumificação, proporcionaram importantes conhecimentos sobre o funcionamento do corpo humano.
No campo da arquitetura podemos destacar a construção de templos, palácios e pirâmides. Estas construções eram financiadas e administradas pelo governo dos faraós. Muitas destas construções foram erguidas com grandes blocos de pedra, utilizando mão-de-obra escrava. As pirâmides, a esfinge de Gizé e o templo de Ramsés II (em Abu Simbel) são as construções mais conhecidas do Egito Antigo.
 
Periodização: Antigo Império: de 3.200 a.C. até 2.100 a.C; Médio Império: de 2.100 a.C. até 1.580 a.C.; Novo Império: de 1.580 a.C. até 715 a.C.
Alunas: Bruna Cavechia e Júlia Gomes - 6ºD